Yuno Silva - repórter
Cinema, literatura de cordel e bicicleta, uma combinação surpreendente que rendeu frutos no país de Mossoró, terra do poeta popular Antônio Francisco. Personagem principal do curta metragem “O Poeta e a Bicicleta”, dos diretores Thalles Chaves, Gustavo Luz e Toinha Lopes, o cordelista potiguar é conhecido não apenas pelos inspirados versos como também por utilizar a ‘magrela’ como principal meio de transporte. Imortal da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, no Rio de Janeiro, onde ocupa a cadeira 15 que foi de Patativa do Assaré, Francisco é considerado um dos maiores poetas populares da atualidade.
“Não conhecia o Antônio, mas fiquei fascinado pelo pouco que conheci da história dele antes de começar a produzir o curta”, disse Thalles Chaves, cearense graduado em Ciências Sociais. Interessado em antropologia visual, foi estudar cinema no Rio de Janeiro e acabou se estabelecendo em Mossoró após passar um Natal com a família: “Acabei me envolvendo com vários projetos na área de audiovisual por aqui e acabei ficando”, explica.
Cinema, literatura de cordel e bicicleta, uma combinação surpreendente que rendeu frutos no país de Mossoró, terra do poeta popular Antônio Francisco. Personagem principal do curta metragem “O Poeta e a Bicicleta”, dos diretores Thalles Chaves, Gustavo Luz e Toinha Lopes, o cordelista potiguar é conhecido não apenas pelos inspirados versos como também por utilizar a ‘magrela’ como principal meio de transporte. Imortal da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, no Rio de Janeiro, onde ocupa a cadeira 15 que foi de Patativa do Assaré, Francisco é considerado um dos maiores poetas populares da atualidade.
fotos: canindé soares
Membro da academia brasileira de Cordel, na cadeira Patativa do Assaré, o poeta popular Antônio Francisco inspirou o premiado documentário O Poeta e a Bicicleta
Membro da academia brasileira de Cordel, na cadeira Patativa do Assaré, o poeta popular Antônio Francisco inspirou o premiado documentário O Poeta e a Bicicleta











